David Coverdale. Frontman do Whitesnake. Foto: Divulgação
Quanto te vi pela primeira vez, menina, fiquei sem ar
Pelas últimas postagens é possível averiguar que andei numa onda mais light - musicalmente falando. O que estava em falta por aqui era um Hard Rock Puro Sangue, na verdade. Pois bem, foi justo um Hard Rock dos melhores que me trouxe um lampejo de luz ontem, saindo do trabalho, graças ao brother Ênio que colocou Whitesnake pra tocar enquanto me dava uma carona. A música que tocou faz parte do álbum "1987" meu preferido deles. Segue a letra:
Outra garota
Paul McCartney vem aí!
Pare para pensar: Beatles terminou em 1970. 10 anos depois John Lennon se foi. Mais 21 anos se passarm e George Harrison também partiu, em 2001. Agora, 9 anos mais tarde, Paul McCartney - que ao lado de Ringo Starr são os únicos ex-Beatles vivos - vem ao Brasil. Se você, como eu, cresceu conformado de que jamais veria os Beatles ao vivo, agora há pelo menos a chance de você realizar um quarto desse sonho. Paul McCartney retorna ao Brasil após 20 anos desde sua última apresentação para shows lendários em Porto Algere, dia 7 de novembro e em São Paulo, dias 21 e 22. Em homenagem ao mestre, trago uma canção Beatle de sua autoria, do álbum "Help!" de 1965 - uma das minhas preferidas. Segue a letra:
Pare para pensar: Beatles terminou em 1970. 10 anos depois John Lennon se foi. Mais 21 anos se passarm e George Harrison também partiu, em 2001. Agora, 9 anos mais tarde, Paul McCartney - que ao lado de Ringo Starr são os únicos ex-Beatles vivos - vem ao Brasil. Se você, como eu, cresceu conformado de que jamais veria os Beatles ao vivo, agora há pelo menos a chance de você realizar um quarto desse sonho. Paul McCartney retorna ao Brasil após 20 anos desde sua última apresentação para shows lendários em Porto Algere, dia 7 de novembro e em São Paulo, dias 21 e 22. Em homenagem ao mestre, trago uma canção Beatle de sua autoria, do álbum "Help!" de 1965 - uma das minhas preferidas. Segue a letra:
[SHOW] When I come around
Show do Green Day em São Paulo, 20/10/2010
Retornei aos espetáculos em grande estilo. Já nem lembro quando foi o último grande show que participei, mas ante-ontem, dia 20, quitei o débito com os shows indo à festa do Green Day. Aliás "não foi uma festa, foi uma celebração" como Billy Joe Armstrong frisou claramente. Confesso que me surpreendi. Como fã do antigo Green Day, fui com o pé atrás esperando um público teenager em excesso e apenas canções novas. Nada disso. Segue aqui algumas viagens sobre o evento. Para ilustrar, uma das antigas tocadas lá, direto do álbum "Dookie" de 1994. Segue a letra:
Green Day, em São Paulo
Retornei aos espetáculos em grande estilo. Já nem lembro quando foi o último grande show que participei, mas ante-ontem, dia 20, quitei o débito com os shows indo à festa do Green Day. Aliás "não foi uma festa, foi uma celebração" como Billy Joe Armstrong frisou claramente. Confesso que me surpreendi. Como fã do antigo Green Day, fui com o pé atrás esperando um público teenager em excesso e apenas canções novas. Nada disso. Segue aqui algumas viagens sobre o evento. Para ilustrar, uma das antigas tocadas lá, direto do álbum "Dookie" de 1994. Segue a letra:
Green Day, em São PauloRaízes radicais!
Algumas pessoas têm lembranças muito boas de sua vida adolescente. Outras - a maioria, creio eu - sente calafrios ao lembrar da "idade-problema", de seus mistérios e sobretudo do tempo caprichosamente gasto com inutilidades. Eu costumo pensar como esse último grupo, entretanto canções do Rancid, como essa, me fazem pensar de outra forma, um tanto mais saudosa com aquela época. Essa faz parte do excelente "And Out Come the Wolves" de 1995. Segue a letra:


Esse será o maior homem vivo
Agora a "Sala dos Mestres" está completa aqui no blog. Na área do blues, já mostrei algumas coisas dos lendários B.B. King, Buddy Guy e do meu querido John Lee Hooker. Pra completar esse elenco de peso faltava só um nome: Muddy Waters. A razão do atraso em aparecer aqui bem como a viagem causada pelo Mestre segue abaixo. A canção é do disco "Hard Again" de 1977. Segue a letra:


Amor é real
Sábado agora, dia 9, foi um dia marcado por um misto de tristeza e alegria no mundo musical. Um equilíbrio difícil de explicar trazido pelo do aniversário de John Lennon - ocasião em que ele faria 70 anos se estivesse vivo. A mistura de sensações é devido à saudade que ele deixa em muita gente, inclusive alguns que nem o conheceram ou viveram na mesma época que ele, com esse pobre andarilho que vos fala. A alegria vem devido à todos os presentes que ele nos trouxe, desde à espoca dos Beatles até o final da década de 70 com seus dicos solos e experimentais. Cada trabalho vinha com um toque e sentimento únicos. Como o Lennon foi mais que o compositor da trilha sonora da minha vida desde a adolescencia, trago aqui uma singela homenagem e agradecimento ao cara. A trilha sonora fica por conta daquele que considero o melhor disco solo dele, "Plastic Ono Band" de 1970, logo após o fim dos Beatles. Segue a letra:


Ponto de pressão na cabeça
Ou A Esperança do Rock and Roll
Pra quem acha que aqui é um verdadeiro sítio arqueológico musical, cheio de dinossauros do rock and roll, bandas que já se aposentaram antes mesmo de você ou eu nascermos, e bandas que completaram bodas de diamante na estrada, trago hoje um post novo. Você talvez não conheça essa banda. Eu não conhecia até 2008, quando ouvi um dos programas de rádio, o On The Rock, apresentado pelo meu caro amigo Felipe que, dentre diversas bandas clássicas, alternativas, indies e tudo mais que saía daquela cachola encoclopédica, trouxe certa vez The Zutons. Como bom seguidor da Lei do Retorno, fui agraciado uma vez e agora devo agraciar outras pessoas, por isso trago um som do disco de estréia dos caras, de 2004: "Who Killed... The Zutons?". Segue a letra:

Pra quem acha que aqui é um verdadeiro sítio arqueológico musical, cheio de dinossauros do rock and roll, bandas que já se aposentaram antes mesmo de você ou eu nascermos, e bandas que completaram bodas de diamante na estrada, trago hoje um post novo. Você talvez não conheça essa banda. Eu não conhecia até 2008, quando ouvi um dos programas de rádio, o On The Rock, apresentado pelo meu caro amigo Felipe que, dentre diversas bandas clássicas, alternativas, indies e tudo mais que saía daquela cachola encoclopédica, trouxe certa vez The Zutons. Como bom seguidor da Lei do Retorno, fui agraciado uma vez e agora devo agraciar outras pessoas, por isso trago um som do disco de estréia dos caras, de 2004: "Who Killed... The Zutons?". Segue a letra:

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