[LIVRO] O Barulho na Minha Cabeça te Incomoda?

A loucura e a música de Steven Tyler

Terminei de ler há alguns dias a biografia de Steven Tyler, o icônico vocalista do Aerosmith. Até então eu não era grande fã ou conhecedor da banda americana, o que tornou a leitura ainda mais interessante. Era um universo totalmente novo a ser explorado. E que universo maluco e fascinante é a vida de Tyler. Não é à toa que o subtítulo do livre seja: "O barulho na minha cabeça te incomoda?". Pra viajar um pouco sobre a leitura, trago uma das maiores canções da banda, presente no disco "Pump" de 1989. Segue a letra:



Nitrato Animal

Uma viagem movida a substâncias "diferentes"

Uma banda que me traz muitas sensações boas, sem dúvida, é Suede. Gostaria de conhecer mais sobre a banda, mas ainda não consegui. Tudo que tenho deles é uma coletânea, a mesma que ouvi pela primeira vez sem pular nenhuma música. Ainda faço isso. Essa coletânea reúne os principais singles do grupo e abre com a canção a seguir, presente no primeiro disco deles, auto-entitulado, lançado em 1993. Logo nos primeiros segundos já sinto a ótima energia vibrando. Segue a letra:



O Antídoto (Não se preocupar)

Lições musicais do Caminho do Guerreiro Pacífico

Há dois anos atrás assisti um filme chamado "Poder Além da Vida", indicado pelo meu amigo e mestre Laercio. Fascinado pela filosofia contida no longa, logo fui atrás do livro que o originou. "O Caminho do Guerreiro Pacífico" (1980) foi escrito por Dan Millman numa quase-biografia em que o autor descreve a evolução de sua jornada espiritual e pessoal - doutrina que originou o título do livro e a qual sou adepto desde então. Quando escutei essa canção do Jason Mraz senti que ela continha muito da filosofia do Guerreiro - a começar pelo título. Como muitas pessoas à minha volta ainda não conhecem qual bela jornada, dedicarei o texto de hoje à ela e a essa bela canção inspiradora, presente no disco "Waiting for My Rocket to Come", de 2002. Segue a letra:



Às vezes tenho vontade de gritar

A Última Grande Música do Deep Purple (por enquanto)

Tenho um carinho especial pelo disco "Purpendicular" do Deep Purple, lançado em 1996. Foi esse álbum que me libertou para o universo dos CDs. Depois que o comprei, há alguns anos atrás, por R$14 descobri que podia encontrar muitas oportunidades por um preço bacana. Foi a partir dele que iniciei minha coleção de discos de Rock. Também foi meu primeiro CD do Deep Purple. Além disso tudo, é em "Purpendicular" que encontra-se a Última Grande Música lançada pela lendária banda inglesa, na qual iremos viajar hoje. Segue a letra:



Descida do trem

Lamentação de um viajante

Agora entendo por quê o disco "Born in U.S.A." de Bruce Springsteen é tão querido pelos ouvintes não só de Rock, mas de música em geral. Não é só o patriotismo exagerado... Não. O disco é realmente místico. Cada vez que o ouço acabo me apaixonando por uma canção. Foi o que aconteceu com Going Down. Foi o que aconteceu com Cover Me. E aconteceu novamente com essa canção. Então vamos viajar sobre mais uma faixa do disco de 1987. Segue a letra:



[SHOW] Doce lar, Chicago

Show do Blues Brother Tribute em São Paulo, dia 25/05/2012

O texto de hoje poderia e merecia ser encaixado na seção [SOUNDTRACK] visto que tem tudo a ver com uma das melhores combinações entre música e cinema. Entretanto o destino colocou os Blues Brother neste blog por meio de mais um espetáculo que tive a honra de assistir. A banda tributo dos Irmãos Cara-de-Pau veio para o Brasil e se apresentou no Via Funchal. Mais uma vez fui agraciados com convites que não esperava provenientes de uma amiga da minha mãe, a qual eu e meus amigos agradecemos. Para ilustrar um show sobre blues, nada melhor que uma das maiores canções da história do gênero. Segue a letra:


Brilhe, diamante louco!

Sonho conduzido pela música

Depois do épico show do Roger Waters é claro que fica a saudade. Ouvindo os discos do Pink Floyd herdados do meu pai, tento reviver a experiencia irrepetível que foi o show do baixista da lendária banda. Não é possível voltar naquele dia, mas é possível ainda ter momentos únicos ao som do Floyd. Foi o que aconteceu enquanto eu ouvia o disco "Wish You Were Here" de 1975. Segue a letra: