Tenho tudo que quero e não preciso fingir

Aproveitando a deixa de que Ozzy Osbourne confirmou uma turnê pelo Brasil ano que vem, vou viajar hoje em uma canção do Black Sabbath. Foi por causa dessa música que eu passei a gostar da banda e o disco que contém ela, o "Black Sabbath Vol. 4" (1972) é certamente meu preferido dos caras. Segue a letra:



[LADO AB] Um mundo bonito. Pra você.

Existem diversas formas de fazer uma crítica negativa à algo. Duas das formas mais interessantes e totalmente opostas são mostradas por essas duas bandas. A primeira delas chama-se Devo, formada no final dos anos 70. Era composta por caras um tanto peculiares que faziam um rock ótimo que já flertava com o eletrônico e tinham como combustível para suas canções a sátira ao mundo e à humanidade. A outra banda, formada na década de 90, é Rage Against the Machine que, diferente do Devo tratava unicamente de instigar os ouvintes despertando-lhes o ódio contra a injustiça e ao sistema por meio de gritos, xingamentos e muita revolta - fazendo um belo jus ao "Rage" do nome. Ambas as bandas gravaram essa canção e deram a ela uma cara completamente diferete e altamente viajante. Segue a letra:


Um homem mediano

Faz tempo que quero postar sobre essa canção do Living Colour. Como estou ouvindo bastante o primeiro CD deles, "Vivid", de 1988, chegou a hora de falar sobre ela. O motivo da viagem é o excelente balanço da canção, somada à uma letra realmente interessante, a qual tomo como uma lição pro dia-a-dia e vale a pena parar pra prestar atenção. Segue a letra:



Pra onde vamos daqui?

Quem me conhece há um tempo vai se surpreender com esse post sobre Radiohead. É... Aconteceu... A verdade é que nunca fui (nem vou) com a cara do rock novo, e o Radiohead me nutria um antipatia especial a qual explico mais abaixo. Mas o que importa é que minha menina Danusa me convenceu de que os caras são bons. E são mesmo. Por isso trago uma canção, título do disco que mais me chamou atenção, "The Bends", de 1995. Segue a letra:



Meus pensamentos se voltam à você de novo

Faz um tempo já que o Dispatch vem dominando meu player. Cada vez uma canção deles me faz viajar mais. A dona da vez que está me fazendo repeti-la diversas vezes chama-se Whirlwind e faz parte do disco "Bang Bang" de 1998. Segue a letra:



[SHOW] O Sonho Ainda Não Acabou

Lady Madonna.
Show do Paul McCartney em São Paulo, dia 21/11/10


Pois é. E não é que é verdade? Paul McCartney é real. Junto com ele, o legado da maior banda que já pisou nessa Terra, os Beatles. Aqueles caras que vestiam terninho, zombavam dos jornalistas e corriam das fãs foram reais. Aquele que tocava baixo ao contrário, fazia pose de galã e caprichava no sotaque inglês é real. Paul, aos 68 anos, está mais vivo do que nunca, como provou no show de ontem, em São Paulo. Segue aqui um breve relato da experiência de ver uma das maiores lendas da música e um dos meus maiores ídolos ao vivo. Ao som de Lady Madonna, saiba logo menos por quê. Segue a letra:


Paul, em São Paulo

[ESPECIAL] Beatles na Revista Pandora

O show do lendário Paul McCartney em São Paulo está chegando, já é amanhã o primeiro dia e eu estarei lá pra ver um dos meus grandes ídolos de perto!

Em comemoração à esse momento único, a Revista Pandora preparou o Especial Beatles que trará diversas matérias e curiosidades sobre a maior banda que já existiu na história - suas influências e importância não só no mundo da música, mas na cultura pop em geral.



Fiquei honrado ao ser convidado à participar do Especial e colaborei com um texto sobre a amizade do quarteto, do início ao fim da banda. Deixo aqui o link para vocês conferirem o texto:

Fab Four Forever

A Amizade no começo e no fim dos Beatles

Espero que gostem e acompanhem todo o Especial que trará muitas matérias ótimas.

Ah, e nos vemos amanhã no show do McCartney ;)