Adorável Rita

A grande viagem do disco mais viajante dos Beatles

Um dos álbuns mais queridos não só da crítica como também de muitos roqueiros e beatlemaníacos, é sem dúvida o genial "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band", de 1967 dos Beatles. O disco, conhecido pelo altíssimo nível de viagem e apurada técnica e produção ficou registrado como um dos mais vendidos da história e é considerado como uma verdadeira revolução no universo do rock. Quem não gosta do álbum, se é que é possível uma barbaridade dessas, ao menos o respeita. Em seu repertório, uma das canções resume tudo isso numa incrível viagem musical. Com vocês, a Adorada Rita. Segue a letra:


A grama é mais verde do outro lado

Ou a sua grama já é a mais verde? Descubra com o blues

A lição de hoje vem com o grande bluseiro Nuno Mindelis. Estou ouvindo bastante o disco "Blues on the Outside" de 2000, que é sensacional do início ao fim. A música de abertura trás uma viagem interessante, a qual repasso à vocês. Segue a letra:



Pela noite elétrica

Uma viagem no táxi do The Cult

Falando em grandes shows que estão acontecendo no Brasil, não posso deixar de comentar sobre uma banda que fez uma passagem relâmpago por aqui num espetáculo pouquíssimo divulgado. Nem um pouco à altura da banda foi a promoção do show do The Cult. Só descobri sobre o evento em São Paulo 2 dias antes, ouvindo, como sempre a Kiss FM. Infelizmente, o mesmo aconteceu exatamente no dia do show do Jethro Tull, onde eu me encontrava com meu pai, e não pude conferir o estpetáculo que deve ter sido ouvir The Cult ao vivo. Fica aqui então o puxão de orelha na organização do evento, que poderia ter sido em outro dia e merecia uma promoção muito maior do que alguns spots esporádicos no rádio. Em homenagem à essa passagem, viajo agora numa canção do disco "Eletric", de 1987, agora um dos meus preferidos. Segue a letra:



[ESPECIAL] O Sol do Rock and Roll

Ele não é grande, ele não é lenda, ele não é mestre, ele é o SOL

No universo do rock existem muitos astros. Bandas Lendárias dividem o cenário com os Mestres e os Ícones andam lado a lado com os Reis. Cada um tem seu brilho próprio e sua história incrível e tudo isso serve pra compor o absolutamente complexo e gigantesco universo do rock. Mas nesse universo existe apenas UM SOL. E esse sol chama-se Ritchie Blackmore.


[SHOW] Melhor quando estamos juntos

Show do Jack Johnson em São Paulo, dia 21/05/2011

Finalmente quitei a dívida musical que eu tinha comigo mesmo desde que, em 2006, deixei de ir ao show do Jack Johnson. Minha apreciação pelo músico, porém, continuou em alta e até hoje coleciono seus discos. O último, "To The Sea" finalmente trouxe Jack Johnson de volta pra cá e pude me redimir daquela perda. Compensou a espera, com certeza, ainda mais pela companhia que tive no show. E justamente por isso, viajo em uma das mais emocionantes canções dele. Ao vivo, melhor ainda: Better Togheter, do disco "In Beetwen Dreams". Segue a letra:


O que é a vida?

Lições do mestre George Harrison

George Harrison foi um cara que encontrou a luz. Isso fica claro observando o teor de suas canções pós-Beatles. Essa por exemplo, do disco "All Things Must Pass" (1970), mostra a felicidade plena de um cara que simplesmente ama Deus. É só isso e nada mais. E é suficiente. Ele e Deus e uma declaração musical impecável e viajante. Segue a letra:



[SHOW] A respiração da locomotiva Jethro Tull

Show do Ian Anderson em São Paulo, dia 14/05/2011

Depois de muita espera, mas sem grandes alardes, finalmente chegou o dia em que os fãs poderiam se deliciar com as lendárias canções ao vivo do Jethro Tull. Além do pouco alarde, foi um alarde errado, diga-se de passagem. Propagandeado como "acústico" e, incialmente apenas como "Ian Anderson", provavelmente os organizadores deixaram de vender alguns ingressos. Primeiro: Ian Anderson é Jethro Tull. A alma da banda é e sempre foi ele, então por quê não usar o nome mais conhecido? Já o "acústico" permaneceu até o final, mas já era de se imaginar que estava errado, pensando no Jethro como a pioneira banda do rock progressivo cheia das viagens instrumentais e, sobretudo, guitarrísticas. E foi isso o que o Jethro Tull fez para seus fãs, no sábado: um espetáculo viajante, progressivo e inesquecível. O encerramento ficou com essa obra-prima, do meu querido "Aqualung", de 1971. Segue a letra: